domingo, 26 de maio de 2013

Benfica – V. Guimarães: Jorge Jesus leva 19 jogadores ao Jamor

O treinador do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, revelou, este domingo, a lista de convocados para a partida referente à Final da Taça de Portugal.

O Benfica – V. Guimarães está marcado para as 17h15, no estádio do Jamor.

Lista de convocados:

Guarda-redes –Artur Moraes e Paulo Lopes;

Defesas – Garay, Luisão, Jardel, André Almeida, Maxi Pereira e Melgarejo;

Médios – André Gomes, Aimar, Ola John, Gaitán, Matic, Salvio, Enzo Perez e Urreta;

Avançados –Rodrigo, Lima e Cardozo.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

À porta fechada: Equipa principal prepara Final da Taça de Portugal esta terça-feira


Finalizado que está o Campeonato Nacional, Jorge Jesus já aponta baterias para outro objectivo da temporada: a Taça de Portugal.

Assim sendo, o técnico irá ministrar uma sessão de trabalho tendo em vista o embate com o V. Guimarães. O treino está agendado para as 10h30 desta terça-feira e terá lugar à porta fechada, no Caixa Futebol Campus.

O Benfica – V. Guimarães está marcado para as 17h15 do próximo dia 26 de Maio.


Fotos









Destaques

André Gomes Entrou para o lugar de Cardozo mas ocupou o triângulo do meio campo benfiquista com Matic e Gaitán. Pouco tempo para se fazer notar.


Benfica – Moreirense, 3-1: Equipa principal fez o seu papel…


O Estádio da Luz esteve muito bem composto – 51.349 espectadores – na tarde solarenga, deste domingo, que se abateu sobre Lisboa para assistir à derradeira ronda da edição 2012/13 do Campeonato Nacional. Diante do Moreirense, o Benfica triunfou por 3-1, com golos de Cardozo e “bis” de Lima.

Sempre com mais posse de bola e mostrar querer, rapidamente, resolver a partida, o Benfica criou uma boa oportunidade para marcar logo aos 6’. Lance de Ola John pela esquerda, passe para Salvio que tentou o remate. A bola sobrou para Cardozo e este quase marcou.

O jogo entrou, depois, numa postura morna, mas aos 18 minutos, depois de muita confusão na área, Aníbal Capela rematou e obrigou Artur a estirar-se. O Benfica respondeu bem e volvidos dois minutos, Cardozo aproveitou um cruzamento de Enzo Perez, cabeceou, mas Ricardo defendeu sem dificuldades.

Bola cá, bola lá! Ghilas, de cabeça, obrigou Artur a nova intervenção aos 22’. Um minuto depois, o Benfica respondeu e quase foi feliz. Matic disparou, o guardião dos minhotos sacudiu para a frente e Enzo Perez, de cabeça, com a baliza à sua mercê, atirou ao lado. Que perdida!

Muito perto do intervalo, novo “safanão” na partida. Aos 42 minutos, Vinicius marcou para o Moreirense depois de um livre marcado rapidamente e aos 45’+2, Lima atirou de cabeça ao poste.

Ao intervalo, a vantagem do Moreirense era claramente injusta. O público, porém, teve durante o intervalo motivo para bater palmas. A equipa de Juniores, recente Campeã Nacional, subiu ao relvado numa homenagem, mais do que merecida, prestada pelo Clube aos jovens que são o futuro do Futebol benfiquista.

 

A entrada de Gaitán surtiu logo efeito de imediato e aos 50 minutos centrou, milimetricamente, para Cardozo que empatou a partida. Empolgados pelo golo, os “encarnados” foram atrás do da vitória e aos 58 minutos, Gaitán tirou novo cruzamento com peso e medida, Salvio cabeceou, mas Ricardo segurou a dois tempos, com o esférico ainda a tocar no poste.

O Moreirense sabia que o empate lhe chegava para permanecer na principal Liga nacional e optou por só defender. O Benfica continuava a carregar e Cardozo quase marcou. Primeiro após boa iniciativa de Maxi pela direita (69’) e depois assistido por Enzo Perez (74’).

Adivinhava-se o golo das “águias” e este surgiu aos 79 minutos. Salvio centrou e Lima, a dois tempos, fez a bola “beijar” as redes do Moreirense.  O 3-1 esteve próximo aos 90’+1 após livre de Urreta que Ricardo defendeu com uma grande estirada.

Não foi ali, foi no minuto seguinte, por Lima, na marcação de uma grande penalidade. Foi desta forma que o SL Benfica terminou a sua participação no Campeonato Nacional na edição 2012/13.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze: Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida; Matic, Enzo Perez (Urreta, 76’), Ola John (Gaitán, 46’), Salvio; Lima e Cardozo (André Gomes, 86’).


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Apoio incondicional: Centenas de adeptos esperaram a equipa em Lisboa (com vídeo)


Apesar do desaire na Final da Liga Europa, os adeptos do Sport Lisboa e Benfica não esqueceram a exibição da equipa no jogo decisivo e a excelente campanha até Amesterdão.

Foi já madrugada dentro que o avião que transportava a equipa chegou ao Aeroporto da Portela. À espera dos heróis estavam milhares de adeptos que entoavam cânticos de apoio aos jogadores e equipa técnica.

Esse mesmo apoio foi replicado ao Estádio da Luz.



Final da Liga Europa: Benfica – Chelsea, 1-2: Obrigado, querido Benfica!


Noite mágica em Amesterdão, ambiente arrepiante, duas grandes equipas a respeitarem-se, enorme espectáculo de Futebol e milhares, milhares de corações a bater. O Benfica foi muito, muito superior, superou um golo mal invalidado, uma injusta desvantagem, mas ao cair do pano, já em tempo de compensação, tal machada final, o Chelsea fez o 2-1… Injusto, tão injusto! Por tudo o que fizeste: Obrigado, meu querido Benfica!
Vinte e três anos depois o Sport Lisboa e Benfica regressou a uma Final europeia. Os protagonistas foram outros, a ambição a mesma de sempre. O caminho benfiquista rumo à Final foi praticamente imaculado: seis vitórias, um empate e uma derrota.
Tal como a equipa comandada por Jorge Jesus, o Chelsea começou o percurso europeu na Liga dos Campeões. Ao não passar a Fase de Grupos, a equipa londrina mudou o chip para a Liga Europa. O Sparta Praga, da República Checa, foi o primeiro adversário superado no trajecto para a Final, seguindo-se o Steaua Bucareste da Roménia, o Rubin Kazan da Rússia e o Basileia da Suíça. Em oito jogos, o conjunto orientado por Rafael Benítez venceu por cinco ocasiões, empatou um e perdeu dois. Nesta caminhada, destaque para as derrotas nos recintos do Steaua e do Rubin Kazan.
Caminho percorrido, ultrapassados vários obstáculos, Benfica e Chelsea encontraram-se oficialmente pela terceira vez na sua história. Na memória recente os jogos da época passada para os quartos-de-final da Liga dos Campeões. Depois de ter perdido na Luz por 0-1, o Benfica foi até Londres com a ambição de conseguir a reviravolta. Os deuses… e não só (!) não estiveram com a equipa. O resultado final foi favorável (2-1) para o Chelsea, que acabaria por conquistar o troféu. História contada… e havia contas para ajustar!
Domínio avassalador
19h45, hora portuguesa, e o árbitro holandês, Björn Kuipers, apitava para o início do encontro. Já ouviu falar dos famosos “quinze minutos à Benfica”? Pois bem… foram mais, muitos mais!
Logo aos 2´, Cardozo, de cabeça, tira as medidas à baliza defendida por Peter Cech e iniciar-se-ia aqui um verdadeiro recital de futebol atacante, futebol espectáculo. Primeiro aos 10’, depois aos 11’… esteve tão perto o golo inaugural, não fosse a ansiedade natural do momento e alguma cerimónia na hora de matar o lance, cerimónia essa grande culpada do não avolumar do marcador… mas já lá vamos!
 
Aos 14’, livre cobrado por Cardozo, lance estudado e nova excelente oportunidade de golo desperdiçada. O Benfica carregava, carregava, empurrado por uma ArenA de Amesterdão vestida de vermelho rubro, palpitante e saltitante… tais papoilas! Uma onda vermelha aglutinadora que vive, sente e respira Benfica!
O domínio “encarnado” era de tal forma avassalador que, imagine-se, só à passagem do minuto 24 é que Artur (seguro) foi chamado a intervir! E por falar em Artur, gigante defesa, aos 37’, a remate de Lampard.
E do Chelsea… foi apenas isto que se viu! É que do lado oposto, personalidade, raça, entrega, blocos cerrados, pressão altíssima mas sempre muito bem compensada… que enorme Benfica este que, diga-se sem facciosismos, merecia claramente a vantagem não fosse a malvada cerimónia.

Injusto! Injusto! Injusto!
Reinício e mais do mesmo! Entrada “à Benfica” com a baliza de Cech a sofrer enormes calafrios!

Aos 50’ Cardozo faz o 1-0, mas mal, muito mal, o árbitro a invalidar o lance ao assinalar um fora-de-jogo inexistente. Até na Europa… Injustiça atrás de injustiça, e sem nada o ter feito para o merecer, aos 60’, o Chelsea chega à vantagem num lance de futebol directo, com Torres a colocar o esférico no fundo das redes de Artur.

Jorge Jesus mexe de imediato na equipa e no lance seguinte grande penalidade (claríssima) com Cardozo, frio, a fazer o empate.
Aos 81’, grande lance… e aguenta coração! Cardozo rematou forte e em arco, já se gritava golo, mas Cech arranca uma defesa espectacular. Do outro lado, já ao cair do pano, foi a vez da barra devolver um remate, também ele espectacular, de Lampard.

Minutos finais do tempo regulamentar impróprios para cardíacos… e quando já nada o fazia prever, Ivanovic, na sequência da marcação de um canto, selou o resultado final em 2-1. Que injustiça!

O Sport Lisboa e Benfica alinhou com a seguinte equipa: Artur Moraes; André Almeida, Luisão, Garay (Jardel, 77’) e Melgarejo (Ola John, 62’); Matic, Enzo Perez, Salvio e Gaitán; Rodrigo (Lima, 62’) e Cardozo.